|
|
"Fui criado na velha tradição judaica:
nunca me casar com uma gentia,
nunca me barbear aos sábados e, principalmente,
nunca barbear uma mulher gentia aos sábados”
Woody Allen |
|
Um Carioca da Praça Onze
O
escritor e jornalista
Henrique Veltman gosta de lembrar: é carioca da
gema, nascido na rua Visconde de Itaúna, em plena Praça Onze
Da sacada
do apartamento em que morava - "um lindo apartamento com porteiro e
elevador, e ar refrigerado para os dias de calor" - ele e seu irmão Moysés Weltman, assistiram à abertura da avenida Presidente Vargas
Do
ditador Vargas ele guarda a lembrança dos comícios no coreto da Praça:
"Trabalhadores do Brasil..."
Torcedor
do América Futebol Clube, militou no movimento juvenil sionista "Hashomer
Hatzair", na Juventude e no Partido Comunista
Migrou do
Rio para São Paulo em dezembro de 1971, onde assumiu o comando da
redação de Bloch Editores (revista Manchete e outras).
|

Henrique Veltman
|
|

Praça Onze, por Augusto Malta |
Foi
diretor de divulgação da Federação Israelita do Estado de São Paulo,
diretor da Organização Sionista do Brasil. Montou e dirigiu o "merkhaz
hazbará" da embaixada de Israel no Brasil
Ao longo dos últimos 40 anos, entre outras atividades, Henrique
Veltman chefiou as redações dos principais jornais do Rio de Janeiro
(Última Hora, O Globo), foi novelista de rádio e televisão, editor de
livros
Chefiou o Departamento de Imprensa da Manufatura de Brinquedos Estrela
S/A, atuou na área de RP e imprensa da J. Walter Thompson, dirigiu a
sucursal de São Paulo da revista Manchete, chefiou a região sul da
Agência de Comunicação Social S/A, pesquisou e expôs no Museu da
Diáspora da Universidade de Tel Aviv (Israel), elaborou roteiros de
documentários apresentados em TVs do Brasil e do exterior.
|